Gerenciamento de Riscos e de Capital

O Banpará, visando garantir a aderência às leis, regulamentos, códigos de conduta e normas vigentes, e adotar as melhores práticas de Gerenciamento de Riscos, Capital, Controles e Compliance, em consonância com as recomendações de Basileia, Lei 9.613/98 e suas alterações, Resoluções CMN nºs 2.554/98 e suas alterações e 4.557/17 e suas alterações, criou a Superintendência de Gestão de Risco Financeiro - SURIS, unidade responsável por mitigar a possibilidade de ocorrência de perdas relacionadas a riscos financeiro e socioambiental e ao gerenciamento de capital; o Núcleo de Controle Interno de Compliance - NUCIC, responsável por assegurar, em conjunto com as demais áreas, a adequação, fortalecimento e funcionamento do Sistema de Controles Internos, da função do Compliance e da Prevenção à Lavagem de Dinheiro e Anticorrupção, objetivando mitigar os riscos, bem como disseminar a cultura de controles para assegurar o cumprimento de leis e regulamentos existentes; e a Superintendência de Gestão de Risco Operacional - SUROP, responsável por mitigar a possibilidade de ocorrência de perdas causadas por falha operacional e garantir a continuidade dos negócios, vinculadas à Diretoria de Controle, Risco e Relação com Investidores - DICRI (CRO).

O risco é definido como sendo qualquer situação que pode afetar a capacidade da empresa de atingir seus objetivos.

O gerenciamento de riscos corporativos e de capital associa as recomendações de Basileia, melhores práticas adotadas pela indústria financeira e normas internas e externas que objetivam gerar informações sistematizadas que servirão de base à identificação, avaliação, mensuração, mitigação e monitoração dos diversos riscos organizacionais.

Para que a informação oriunda da área responsável pelo gerenciamento de riscos e de capital alcance a amplitude devida, bem como as ações mitigadoras sejam implementadas de forma tempestiva, são disponibilizados aos Órgãos de Governança, relatórios produzidos mensalmente, trimestralmente e semestralmente, ou extraordinariamente em situação de exposições potenciais a riscos que necessitem de correções imediatas.

O Banpará vem constantemente aprimorando o gerenciamento de seus riscos corporativos, de forma integrada, permitindo que atinja seus objetivos mediante nível aceitável de exposição a riscos, sem comprometer o bom desempenho dos negócios.

Em conformidade com o art. 57 da Resolução CMN 4.557, de 23 de fevereiro de 2017, são atribuições do Comitê de Riscos Estatutário:

I. Assessorar o Conselho de Administração na gestão de riscos e de capital, proporcionando ao Colegiado uma visão abrangente e integrada dos riscos e seus impactos na Instituição;

II. Avaliar propostas de revisão da Declaração de Apetite por Riscos (RAS) e as estratégias para o seu gerenciamento, considerando os riscos individualmente e de forma integrada;

III. Supervisionar a observância, pela Diretoria Colegiada, nos termos da Declaração de Apetite por Risco (RAS);

IV. Avaliar o grau de aderência dos processos da estrutura de gerenciamento de riscos às políticas relacionadas à gestão de riscos e de capital;

V. Supervisionar a atuação e o desempenho do Diretor de Riscos;

VI. Propor, com periodicidade mínima anual, recomendações ao Conselho de Administração sobre:

a. as políticas, as estratégias e os limites de gerenciamento de riscos;

b. as políticas e as estratégias de gerenciamento de capital, que estabeleçam procedimentos destinados a manter o Patrimônio de Referência (PR), o Nível I e o Capital Principal, de que trata a Resolução BACEN nº 4.192, de 1º de março de 2013, em níveis compatíveis com riscos incorridos;

c. o programa de testes de estresse, conforme norma vigente;

d. as políticas e as estratégias para a gestão de continuidade de negócios;

e. o Plano de Contingência de Liquidez;

f. o Plano de Capital e o Plano de Contingência de Capital;

g. relatórios que tratem de processos de gestão de risco e de capital.

VII. Tomar conhecimento dos trabalhos executados pelas auditorias interna ou externa, pertinentes à gestão de riscos e de capital e dos seus resultados.

Parágrafo único. Os membros do Comitê terão independência no exercício de suas atribuições, devendo manter sob caráter de confidencialidade as informações recebidas.

Estrutura de Gerenciamento de Riscos e Gestão de Capital

O Diretor de Risco (CRO), na forma do disposto no art. 56-A, §1º, da Resolução CMN nº 4.745/2019 e conforme competência constante no Regimento Interno é responsável pelas informações referentes à estrutura de gerenciamento de riscos e de capital do Banpará, abaixo organograma da Estrutura de Gerenciamento de Riscos e Gestão de Capital:

Seguem abaixo Relatórios de Pilar III e os links para acessar as informações em formato de dados abertos:

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